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BALLET - PREVENINDO LESÕES

O ballet é originado na Itália renascentista do século XV, e sua popularização se deve muito a Chaterine de Medici (esposa do rei Henry XII da Franca) e ao próprio Rei Luis XIV que além de divulgar, protagozinava muitas das peças que patrocinava. No Brasil sua introdução deve-se a bailarina russa Maria Oleneva em 1927 com a fundação da Escola de Danças Clássicas do Teatro Municipal do Rio de janeiro.

Apesar de conceituado como dança, suas exigências físicas são comparáveis a de atletas de elite. Os movimentos exigem perfeição em relação a alongamento, resistência e forca muscular, sendo algumas vezes necessário muita potencia também, além de uma coordenação de movimentos incrível. E tudo isso mantendo a graciosidade e simpatia para encantar o público. Não é fácil mesmo!!

Para atingir tais metas o volume e a intensidade dos ensaios/treinamentos é muito grande, principalmente próximo a apresentações e festivais. E não vamos nos esquecer que, tal qual em alguns esportes, as dançarinas começam muito jovens, e estas exigências físicas acontecem numa fase de desenvolvimento e maturação de seu esqueleto, sendo este mais um fator a ser considerado.

Sendo assim, lesões acabam acontecendo, e dores podem surgir devido a sobrecargas ósseas, musculares ou articulares. As mais comuns são: tendinites, entorses de tornozelo e joelho, síndrome patelo-femoral (condromalacia patelar), lombalgias e cervicalgias, alem de mialgias diversas.

Juntando todas as informações acima citadas, podemos concluir que boa parte das lesões acontecem pela grande exigência física somada a um preparo muscular as vezes deficiente, ou seja, o esforço é maior do que a capacidade de resposta do organismo naquele momento, e a repetição deste leva a fadiga das estruturas e o surgimento de processos inflamatórios.

Dentro deste conceito, um programa de fortalecimento muscular específico e na intensidade adequada pode auxiliar na prevenção destas lesões, preparando melhor o corpo para as necessidades físicas da dança. Com o musculatura mais "trabalhada" a execução e manutenção de movimentos e posturas torna-se mais fácil e pode-se evitar desequilíbrios e mesmo ações inadequadas que exporiam a/o dançarina/o a lesões.

Este reforço muscular deve ser controlado e moderado para se evitar o ganho excessivo de massa muscular e a possibilidade da perda da graciosidade dos gestos do ballet.

Uma análise completa corporal é obrigatória também antes de iniciar os treinamentos físicos. Deve-se avaliar desvios posturais e articulares, alterações na pisada, desequilíbrios musculares, entre outros fatores, que podem influenciar na dança, no treino e na vida da pessoa.

Enfim, o ballet como todas as outras danças pode ser uma terapia, esporte ou profissão. Exige fisicamente de seu praticante, e a introdução do conceito de treinamento pode melhorar a capacidade e intensidade da sua prática, aumentar a sua performance, além de prevenir a ocorrência de lesões.

 

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